Ensinando Economia, Nível de atividade

G-G: Crescimento Econômico: Medindo o bem estar

Uma medida muito interessante de comparação de desenvolvimento contínuo do produto agregado (o nosso PIB) ao longo dos anos, é a taxa de crescimento econômico, mensurada através da evolução de todos os fatores de produção da economia.

Assim, o gráfico de crescimento econômico na verdade é uma taxa, levando em conta a variação entre o período atual e o anterior, que pode ser exemplificada pelo modelo de crescimento de Solow(1956):

A equação leva em consideração o produto per capita (. /N), a fim de observar o padrão de vida e não somente a riqueza total. Dessa forma, sabemos se um país está bem ou mal financeiramente para seus habitantes comparando a quantidade de pessoas e a paridade do poder de compra (PPC) com o desenvolvimento de outros países.

Bom, se o crescimento econômico é uma taxa que serve para comparação entre países, onde estamos inseridos nessa conjuntura?

O Brasil, se considerarmos as últimas duas décadas, apesar de quedas pontuais em 2008 e 2014 devido à choques econômicos, como todo país emergente, passou por um período de grande crescimento econômico, chegando a consideráveis 6,5% em 2010. Realidade esta distante para muitos países desenvolvidos, como vemos no gráfico, em comparação com a OCDE – organização internacional composta por 35 países membros, que reúne as economias mais avançadas do mundo.

Qual o motivo da diferença? Países mais ricos não deveriam crescer mais? Para entender os resultados precisamos lembrar de um conceito econômico simples: rendimentos decrescentes. Isso significa que dados os insumos de uma economia, mantidos constantes, se aumentarmos um deles, por exemplo o estoque de capital, o produto então aumentará, porém levará a um aumento cada vez menor.

Observamos então que nas economias desenvolvidas há pouco a se fazer para buscar um crescimento maior, que só é atingido com um aperfeiçoamento tecnológico; já nos países subdesenvolvidos, uma pequena alteração nos insumos garante um crescimento elevado, pois está longe do patamar atingido pela tecnologia atual.

O Brasil também agora comparado aos países latinos, compõe uma das maiores partes do PIB da América Latina, por ser uma das maiores economias. O padrão portanto seria o crescimento dos dois se acompanharem, como vemos abaixo:

Por conta disso, é difícil comparar o Brasil com os nossos vizinhos. Eles representam uma parte quase insignificante nas taxas de crescimento anuais da América Latina por serem países menores, tanto de tamanho quanto de população, sendo em sua maioria exportadores de commodities e tendo o Brasil como maior responsável pela grande conectividade de outros mercados com o mercado latino, caracterizado por possuir muitas economias pequenas ou fluxos pouco intensos.

Um outro grupo econômico importante para o Brasil são os BRICS (sigla dos países emergentes, Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), que apesar de um esperado padrão de crescimento nos gera uma diversidade de valores, principalmente nos fatores que influenciam a variância nessas taxas.

Como exemplo, a China apresenta a maior taxa de crescimento entre esses países (taxa média igual a 10% nos anos 1990 e 9,4% entre 2000 e 2005), evolução esta que se iniciou nos anos 90, e seu principal motivador foi a adequação ao crescimento do mercado internacional, como as altas taxas de investimento, política de estímulos favoráveis às exportações e à atração de investimentos externos.

Por outro lado, o Brasil é aquele que apresenta a menor taxa de crescimento entre as cinco. É marcado, assim como China e Índia, pelo inicio dos anos 90, com o que chamamos de reformas liberalizantes, ou seja, abertura comercial e financeira. Ao mesmo tempo, o Plano Real era criado para buscar a estabilização inflacionária, o que como consequência, alijou o crescimento econômico em nome do fortalecimento das instituições nacionais com o propósito de controlar a inflação e atrair investimento externo.

Bibliografia:

(gráficos)

https://www.imf.org/external/datamapper/NGDP_RPCH@WEO/WE/BRA

https://www.imf.org/external/datamapper/NGDP_RPCH@WEO/BRA/CHN/IND/RUS/ZAF

https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2014/11/141130_brics_atualiza_lab

(texto)

BLANCHARD, Oliver. Macroeconomia. 5. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.

http://www.fazenda.gov.br/assuntos/atuacao-internacional/cooperacao-internacional/ocde

https://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,o-brasil-e-a-america-latina-imp-,749902

https://iedi.org.br/artigos/top/analise/analise_iedi_2017_comercio_exterior.html

Economic growth in selected emerging economies: Brazil, Russia, India, China (BRIC) and South Africa. Flávio Vilela VieiraI; Michele Polline VeríssimoII

Grupo G – Macro 2019

13 comentários em “G-G: Crescimento Econômico: Medindo o bem estar”

  1. O modelo de Solow é o principal modelo de crescimento econômico estudado por alunos de Economia no mundo todo devido à sua simplicidade. Baseado em três equações diferenciais para o capital, trabalho e tecnologia, ela tenta explicar o crescimento econômico por meio dos insumos de capital e trabalho efetivo. Porém há outros fatores que afetam o crescimento econômico dos países como por exemplo o capital humano, os recursos naturais e as instituições do país. Este último fator considera fatores políticos e legais para o desenvolvimento de um país. Portanto um país com um sistema democrático, governo transparente e com pouca corrupção levaria o país a um maior crescimento econômico. Estas instituições são chamadas de inclusivas, enquanto instituições não democráticas, em que o governo privilegia certos grupos em detrimento da população em geral são chamadas de extrativistas. Essa teoria ganhou popularidade após o lançamento do livro Por Que as Nações Fracassam de Daron Acemoglu e James Robinson.

  2. O segundo gráfico apresentado estuda o comportamento do crescimento brasileiro em relação aos demais países da América Latina. É nítido que o comportamento de ambos tende a ser similar haja vista, como já explicado, o peso das atividades brasileiras, dado seu tamanho. Entretanto, em 2001(?), a formação do gráfico assume uma característica diferente: enquanto a curva brasileira cresce, a curva referente aos países da América latina decresce. Esse fenômeno é explicado pelo contexto histórico em que as nações estavam envolvidas. Enquanto o Brasil se via em meio a uma onda de privatizações que aumentaram a receita governamental, despesa de consumo das famílias cresceu 8,4% em termos nominais, com taxas de crescimento de 1,42% em 2001.
    Alguns países da América Latina como Argentina, Peru, e Uruguai. A argentina sofria com uma crise econômica decorrente do aumento de impostos, desvalorização do peso, instabilidade política e insatisfação com o presidente Fernando de la Rúa, com desemprego chegando em 30%. No peru, os níveis de pobreza também subiam. O Uruguai, país mais afetado pela crise da Argentina, até o meio de 2002, constatou uma queda no PIB de 7%, levando o país para o quarto ano de recessão. Todos esses fatores contribuíram para que, apesar do crescimento brasileiro, a curva tivesse uma taxa de crescimento negativo.
    Na simulação abaixo são contrastadas as curvas de crescimento do Brasil, Argentina e Uruguai, onde é possível entender o motivo pelo qual, mesmo o crescimento brasileiro sendo positivo, o crescimento negativo dos outros países latino-americanos teve mais influência sobre a curva: https://www.imf.org/external/datamapper/NGDP_RPCH@WEO/WE/BRA/ARG/URY
    Contexto da argentina em 2001: https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2001/011221_perguntasargentinabg.shtml
    Impactos na economia uruguaia: https://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u52386.shtml
    Crescimento econômico do Brasil em 2001:
    https://exame.abril.com.br/economia/em-2001-crescimento-real-da-economia-foi-de-1-42-m0064776/

  3. Interessante ver o quão forte é o efeito dos rendimentos decrescentes, que definem o Efeito Alcance. No gráfico do post de Taxa de crescimento anual dos BRICS e dos países desenvolvidos, vemos o Brasil com uma taxa de crescimento mais de 2x maior que a do Japão para o período de 2001-2011. O curioso é que o Japão, pós segunda guerra, foi o país que mais se destacou por um crescimento econômico recorde, o Milagre Econômico Japonês. Além disso, outro fato impressiona no gráfico: a enorme taxa de crescimento chinesa. A China, antes das reformas já ditas no post, contava com um índice de pobreza de 53% em 1981. Ou seja, não era um país rico. Assim, uma pequena alteração nos insumos garantiria um crescimento elevado, sendo isso justamente o que ocorreu. Em 2011, o índice de pobreza registrado foi de 13,4%, resultado das reformas profundas de abertura da economia para o comércio exterior e para o investimento estrangeiro.

  4. É interessante fazer essa ponte entre o crescimento econômico e a melhoria da qualidade de vida da população como um todo. Uma das melhores opções por parte do governo além de passar confiança para o mercado por meio de instituições sólidas , é incentivar diversos tipos de investimentos , pensando nisso surgiram durante os anos projetos como o Programa de Aceleração de Crescimento – PAC , um conjunto de medidas de políticas econômicas com prioridade para a infra-estrutura, como portos e rodovias, visando acelerar o crescimento econômico no Brasil. Outro tipo de investimento que nunca deve ser deixado de lado, é em educação , seja no ensino tradicional ou profissionalizante, podendo assim de certa forma, “melhorar ” o capital humano do pais.

  5. Algo interessante no post é que hoje, o Japão, os EUA e Reino Unido, apresentam pequenas taxas de crescimento do PIB. É um fato curioso, pois são algumas das maiores economias do mundo. Para entender esse acontecimento devemos enxergar que existe o equilíbrio estacionário, quanto mais próximo desse ponto (cujo corresponde ao ponto, tal que investimento e depreciação do capital são iguais) mais a taxa de crescimento reduz. Nesse ínterim, conclui que faz sentido grandes economias ter pequenas taxas de crescimento. Contudo, o contrário não é verdadeiro em geral, temos a exemplo o Brasil, qual tem baixo crescimento (pelo gráfico, próximo de 2%) e mesmo assim não corresponde a uma economia de sucesso. Além disso, quero pontuar algo que percebi interessante no gráfico das taxas de crescimento dos BRICS. Vemos que elas são parecidas, mesmo que umas acima e outras abaixo, elas aparentam fazer uma mesma trajetória. Isso me leva a crer na simultaneidade dos efeitos num mundo globalizado, as economias reagem aos choques na economia igualmente: desde recessões a booms.

  6. Lendo o post do grupo, pensei em abordar dois assuntos principais

    1) Paridade do poder de compra
    2) Modelo de Solow

    Quanto ao primeiro tópico lembrei da discussão que o Blanchard fez no capítulo 10 “Os fatos do crescimento” sobre a paridade do poder de compra e o porquê de usar a tx de câmbio como medida de conversão e comparação entre produto per capita entre economias não ser uma boa métrica. Ele deu um exemplo esclarecedor ao meu entender: A tx de câmbio oscila e, essa oscilação, não representa na mesma medida o quanto que o consumo ou a renda das famílias se altera ou não.

    Quanto ao modelo de Solow destacaria que além das variáveis supracitadas pelo modelo: Capital (K), Emprego (L) Tecnologia (A) e Produto (Y), há uma série de outros fatores, não citados pelo modelo, que influenciam diretamente a taxa de crescimento de uma economia tais como: Instituições e sistema político, cultura, trajetória histórica, sorte, corrupção, dentre outros.

    Procurando sobre o assunto encontrei materiais muito interessantes e esclarecedores sobre o modelo de Solow. Creio que este em específico ajuda bastante com a intuição: https://www.youtube.com/watch?v=r5DoqfQ8rvk

    Há, também, o material de uma professora do instituto de economia da UFRJ sobre o modelo, com uma precisão maior sobre as hipóteses adotadas e com um maior rigor matemático e metodológico. Muito legal também:
    http://www.ie.ufrj.br/intranet/ie/userintranet/hpp/arquivos/280320175439_ModelodeSolow_basico.pdf

  7. Segundo as equações do modelo de Solow, chega-se ao entendimento que o produto é uma função do estoque de capital por trabalhador, e que este, por sua vez, é alcançado ao medir-se a diferença entre a depreciação e o investimento por trabalhador em um dado período.Com isso seria possível concluir que um aumento da poupança ( supondo que investimento é igual a poupança) aumentaria o produto. Essa afirmação não se mostra verdadeira em todos os casos. Para uma taxa de poupança de 100%, o consumo seria 0, e para uma taxa de poupança de 0%, o investimento seria 0. Em ambos os casos a economia não se sustentaria. Deve haver portanto um ponto em que o consumo, e portanto o produto, é maximizado. Esse ponto é denominado “ponto da regra de ouro”

  8. Também vale ressaltar como a Taxa de Poupança afeta o nível de produto per capita efetivo. A Taxa de poupança não tem nenhum efeito sobre a taxa de crescimento do produto por trabalhador efetivo, visto que no Longo Prazo esse crescimento é igual a zero, no entanto, um aumento da Taxa de Poupança leva a aumentos nos níveis de Capital por Trabalhador Efetivo e de Produto por Trabalhador Efetivo, levando a um crescimento maior até que a economia alcance uma trajetória de crescimento balanceada nova e mais elevada. Porém, um aumento da Poupança(S), está diretamente relacionado a uma queda no Consumo Presente de modo que, se a Taxa de Poupança(s) é 1 nós temos um estoque de capital extremamente elevado, assim como o produto, mas o consumo é zero, no LP, assim como, se (s) é zero, o estoque de capital é zero, tal como o produto, mas o consumo também é zero, no LP.
    Dito isso, um dos maiores desafios dos Governos quanto a questão do crescimento econômico é o dilema entre o bem-estar das gerações atuais vs bem-estar das gerações futuras, se os governos decidirem fazer políticas de estímulo a poupar, teremos, como resultado das ações dos agentes, um aumento do nível de capital e de produto no equilíbrio estacionário, mas em detrimento uma queda no Consumo das gerações presentes, em outras palavras, teremos um menor nível de utilidade para cada indivíduo, o que corresponde a uma queda no bem-estar social.

    1. O modelo de crescimento de Solow apresentado no post tem uma variável exógena como fator de crescimento econômico, porém existem modelos que tem como fator de desenvolvimento variáveis endógenas ao modelo. Porém, isso só é possível se a lei dos rendimentos decrescentes for anulada, para tanto, fatores como inovação tecnológica endogena (maximização de lucros pelos agentes), capital humano (bons resultados e incentivos à educação) e fatores institucionais (organização social e política) contam como principal fator no crescimento contínuo da renda per capita.
      O que torna muito importante o papel dos atores sociais.

      A versão mais simples do modelo endógeno são modelos AK que assumem taxa de poupança exógena constante e nível fixo de tecnologia.  Em vez dos retornos decrescentes de capital implicados pelas parametrizações usuais de uma função de produção Cobb-Douglas, o modelo AK usa um modelo linear em que a saída é uma função linear do capital. 

      Referências: https://www.google.com/url?sa=t&source=web&rct=j&url=https://edisciplinas.usp.br/mod/resource/view.php%3Fid%3D103094&ved=2ahUKEwjOkemV8d3iAhWbH7kGHT8QDg8QFjABegQIBhAC&usg=AOvVaw25WlIv_yvXDsiffWC806b_&cshid=1560134450824

  9. No gráfico que relaciona a taxa de crescimento anual do produto per capita do Brasil e dos países da OCDE, podemos notar que depois de 2010, o PIB per capita do nosso país entrou em queda e continua menor do que o do grupo econômico em questão no período restante, mesmo sendo emergente e com um grande potencial de expansão, como dito e explicado pelo texto. A entrada do Brasil na OCDE poderia sinalizar positivamente os investidores, empresários e o setor financeiro, reforçando a confiança de que aqui os investimentos podem ser vantajosos através de uma relação mais estreita com os países ricos do Ocidente, principalmente, os Estados Unidos – como dito pelos analistas Peter Hakim (Presidente do Diálogo Interamericano) e Fernando Cutz (Ex-conselheiro da Casa Branca) no Estadão (https://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,o-que-pensam-os-analistas-sobre-a-entrada-do-brasil-na-ocde,70002761984) – o que poderia alavancar o crescimento brasileiro, e retornar o pib per capita a números mais elevados, como vistos em anos anteriores.

  10. O desenvolvimento econômico decorre tanto da acumulação de capital físico quanto humano, que mantêm entre si uma certa proporcionalidade técnica: quando um se torna excessivo em relação ao outro, tende a ocorrer o desemprego. Como tendência geral, porém, o segundo tende a prevalecer sobre o primeiro na medida em que nos países desenvolvidos existe uma relativa abundância de capital físico, enquanto se verifica uma relativa escassez de capital humano, apesar dos enormes investimentos em educação. Já em países de renda média, como o Brasil, a escassez é dos dois tipos de capital.

    http://www.bresserpereira.org.br/Papers/2007/07.22.CrescimentoDesenvolvimento.Junho19.2008.pdf

  11. É interessante observar como o Brasil teve um crescimento econômico fraco na última década (dados a partir de 2010) quando comparado a outras economias emergentes e latinas. Assim, dado o modelo de Solow, seria interessante comparar a variação no estoque de capital no Brasil com os países da América Latina, BRICS e OCDE, que poderia explicar essa diferença de crescimento anual assim como a propensão marginal a poupar (s) entre os países, pois sabidamente o Brasil possui baixa propensão marginal a poupar o que afeta o aumento no estoque de capital ao longo do tempo. Achei esse link (http://www.ipea.gov.br/cartadeconjuntura/index.php/tag/estoque-de-capital/) que achei interessante que mostra uma queda nos investimento bruto e líquido nos últimos anos no Brasil, que poderia ajudar a explicar a queda no crescimento econômico brasileiro.

  12. É bastante interessante perceber a dicotomia entre PIB e PIB per capita. É comum ver patriotas se vangloriando por sermos a 8° maior economia do mundo. Porém de que serve este número de fato? Se dividirmos o nosso PIB pela população temos o 80º PIB per capita (US$ 16.154). Este PIB per capita é abaixo da média mundial (US$ 16.779) Ou seja, somos um país pobre e, para além disso, desigual. Como percebemos pelo modelo de Solow, o PIB per capita tem conexão com o acúmulo de capital per capita. Podemos observar exemplos de alguns países que alçaram grandes voos com PIB per capita nas últimas décadas como China, Coreia do Sul e outros países do Sudeste Asiático. Além do capital, sabemos que instituições são importantes para o desenvolvimento econômico. Mas que instituições seriam estas? Seriam necessariamente as instituições tipicamente ocidentais (democracia liberal, mercado livre, etc…)? Esta tese era bastante creditada, especialmente por historiadores como David Landes até a década de 80. Com o absurdo crescimento da China, sob as rédeas de uma ditadura de partido único e instituições nada liberais, o paradigma da vitória do Ocidente se enfraqueceu… veremos durante este século como os governos tomarão caminhos para crescer e saberemos mais sobre a grande convergência.

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