Câmbio, Mercados Financeiros, Política Monetária

H-Ecec: Volatilidade da taxa de câmbio nominal

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“A alta volatilidade das taxas de câmbios surpreende muitas pessoas. Há cerca de 30 anos, os economistas geralmente acreditavam que as taxas de câmbio formadas pelo mercado não estariam sujeitas a altas flutuações nos seus valores. Todavia, experiências recentes provaram o contrário. É possível observar dados que comprovam que as taxas de câmbio durante a década de 90 do século passado e início desse século têm sido muito voláteis.”

A abordagem do mercado de ativos para a determinação da taxa de câmbio, esboçada no capítulo 17 do Mishkin, nos dá uma explicação da volatilidade das taxas de câmbio. Como a apreciação esperada da moeda doméstica afeta o retorno esperado dos ativos domésticos, as expectativas sobre o nível de preço, inflação, barreiras comerciais, produtividade, importação, exportação e a oferta de moeda desempenham funções importantes na determinação da taxa de câmbio.

Quando as expectativas sobre qualquer uma dessas variáveis mudam, e elas mudam com frequência, o modelo apresentado por Mishkin indica que o retorno esperado dos ativos domésticos e, por consequência, a taxa de câmbio, será imediatamente afetada.

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A volatilidade da taxa de câmbio também se vincula com a volatilidade de outras variáveis. Um viés é atribuído em relação à instabilidade da taxa de juros de economias emergentes, uma vez que esses países incorrem em escolher se devem manter grande a variabilidade na taxa de câmbio ou na política monetária por meio da taxa de juros. Nesta perspectiva, embora se permita certo grau de variação em ambas, os governos preferem manter a taxa de câmbio mais estável, o que culmina na permissão da variabilidade da taxa de juros para que isso seja garantido (CALVO; REINHART, 2000).

No caso dos BRICS, embora seja possível delinear semelhanças nos países, inclusive enquadra-los como economias emergentes, os regimes cambiais adotados por eles são diferentes. A China administra o câmbio de forma a manter quase fixa sua moeda frente a uma cesta internacional de moedas. O Brasil, Rússia, Índia e África do Sul, por sua vez, são caracterizados por operarem regimes de câmbio flutuante.

A figura abaixo evidencia a evolução da taxa de câmbio nos BRICS à luz da recente crise financeira mundial, permitindo destacar sinais de diferentes graus de intervenção nas taxas de câmbio destes países.

 

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Dos países que adotam o regime de câmbio flutuante, observa-se valorização da moeda doméstica em relação ao dólar até meados de 2008, quando um movimento de desvalorização tomou forma e manteve-se até o início de 2009. Posteriormente, as taxas de câmbio destes países voltaram a registrar valorização, ao passo que na China, onde o regime cambial é administrado, houve tendência de lenta valorização do câmbio até julho de 2008. Destaca-se no caso da moeda chinesa que houve pouca alteração significativa, o que pode ser justificado pela política de compra de dólares.

Após o final de 2008, percebe-se que as moedas de cada país do grupo sofreram desvalorização, enquanto a China sofre baixa valorização, destoando do padrão dos demais BRICS. A moeda brasileira registrou grande impacto da crise, considerando o movimento súbito mais intenso entre os BRICS, seguido pela África do Sul e a Rússia. Desta forma, destaca-se menor “turbulência” no caso da China e da Índia, em que se registram movimentos mais suaves na resposta da taxa de câmbio. Por um lado, a baixa volatilidade da taxa de câmbio da China não surpreende devido ao regime de câmbio administrado, mas, por outro lado, o fato da Índia conduzir uma taxa de câmbio flutuante e ainda registrar estabilidade similar ao da China, embora em sentido de valorização opostas, ganha destaque.

A administração da taxa de câmbio na China tem sido possível, portanto, tanto pelo enorme volume de reservas internacionais, quanto da existência de controles na entrada e saída na conta de capitais, sobretudo através de proibições e limites quantitativos (PAULA, 2005).

REFERÊNCIAS:

  1. MISHKIN, Frederic. The Economics of Money, Banking and Financial Markets – 10th edition. Boston: AddisonWesley, 2009.
  2. ESTUDO PÓS-KEYNESIANO DO COMPORTAMENTO RECENTE DA TAXA DE CÂMBIO NOS BRICS Leandro Vieira Lima Araújo Lívia Carolina Machado Melo Luana Naves Ferreira Silva.(https://s3.amazonaws.com/acadex.articles/Articles/56dc40a45c68c1e60f634dfe-fileIdentified.pdf)
  3. Calvo, Guillermo A. and Reinhart, Carmen M. Fear of Floating. NATIONAL BUREAU OF ECONOMIC RESEARCH, 2000. (http://www.nber.org/papers/w7993.pdf)”
Cultura Econômica, Nível de atividade

PIB, desemprego – Brasil, emergentes e desenvolvidos: desempenhos comparados

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“Para Keynes, os empresários buscam as melhores previsões possíveis sobre as suas receitas futuras, tanto referente a expectativa dos preços, que o fabricante almeja obter com o produto finalizado, como a expectativa de rendimentos futuros, quando agrega um valor a um produto que irá revender. Essas expectativas podem ser de curto e longo prazo, e são essas expectativas que irão determinar o montante de emprego que a firma irá oferecer. Portanto, a produção, com o seu volume, somente irá determinar e atuar com influência sobre a quantidade de emprego se as expectativas dos empresários mudarem no decorrer do tempo. Logo, o efeito sobre a taxa de desemprego só irá ocorrer “depois de um lapso de tempo considerável”(KEYNES,1985).

Desempenhos comparados: Países desenvolvidos (G7)

Figura 1. Criação do grupo4-C- figura 1

Figura 2. Criação do grupo
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De acordo com os gráficos, o PIB teve uma queda significativa entre os anos de 2008-09, decorrente da conjuntura internacional. Percebe-se que todos os países do G7 e os seus complementares que estão na UE, apresentaram um PIB de 3 até quase 6 pontos negativos na queda percentual do PIB.

Em 2009, a Alemanha, uma das maiores economias da UE, teve a sua maior retração, desde o fim da Segunda Guerra. Encolhendo-se em torno de 5% em 2009, muito pela queda de investimentos e exportações(EGELER,BUHRS, 2010). Comparando com o desemprego, segundo Krämer: “Se as empresas na Alemanha produzem 5% a menos, então também alegam precisar de 5% a menos de funcionários, o que implicaria o corte de 2 milhões de empregos. Isso prova o quão problemático é quando a economia retrai 5%”. O número de emprego em 2009 se manteve estável ao ano anterior, o que se reduziu em 2009 foi a jornada de trabalho, reduzindo-se em média de 2,8% as horas trabalhadas(BUHRS, 2010).

No quesito desemprego, o Brasil teve em 2009 praticamente a mesma taxa da média dos países desenvolvidos, percebe-se uma diferença brusca nos anos seguintes, com uma estimativa de maior desemprego para 2016-17, beirando as taxas da Itália e da França.

Desempenhos comparados: Países emergentes e Brasil (BRICS)

Figura 3. Criação do grupo

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Figura 4. Criação do grupo
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 Os BRICS foram identificados como economias grandes e de crescimento rápido que teriam papéis globais cada vez mais influentes no futuro. Mas a desaceleração econômica que o Brasil está passando se repete em todo o grupo. No Brasil, uma conjugação de fatores internos e externos que determinaram o baixo dinamismo da economia no período recente.

Já a Rússia é criticada por ter um ambiente de negócios difícil, devido à burocracia e incertezas sobre o sistema legal. Jim O’Neill (responsável pelo termo “BRICS”) afirma que o país precisa de normas confiáveis de direito empresarial. Mesmo assim a Rússia apresenta taxas de desemprego abaixo do Brasil.

China é possivelmente a mais preocupante para o resto do mundo. O país tem registrado taxas extraordinárias de crescimento econômico há muito tempo e taxas de desemprego muito baixas, podendo representar que sua economia está muito aquecida.

A Índia aparentemente é o que está causando menos ansiedade nos mercados. O crescimento ganhou força nos últimos anos. Pode ser considerado como resultado de reformas e política macroeconômica voltada ao crescimento (aliada à geração de empregos). Junto com a China, a Índia apresentou crescimento do PIB com desemprego em torno de 4% nos últimos anos.

O desempenho da África do Sul em termos de crescimento e de redução do desemprego tem estado muito abaixo da China e da Índia. As razões para o elevado desemprego estão associadas a baixa demanda internacional por commodities e à fragilidade do setor manufatureiro voltado para as exportações, que tem vivenciado uma redução de lucratividade, fator que compromete a geração de empregos e o estímulo ao crescimento.

FIGURA 5 4-C- figura 5

O gráfico acima relaciona o desempenho do PIB e o desemprego no Brasil. Para o período de 2014 em diante a relação se tornou inversamente proporcional, com a queda do PIB e o aumento do desemprego. Percebe-se que a queda do PIB de 2013-14, influenciou levemente o mercado de trabalho, gerando até uma diminuição do desemprego. 

Fontes:

KEYNES,John Maynard; A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda; Ed.Nova Cultural;1985; São Paulo

http://www.dw.com/pt/brasil-pressiona-resultado-global-negativo-diz-fmi/a-19182298 http://www.dw.com/pt/alemanha-passou-pela-pior-recessão-desde-o-pós-guerra/a-5124646 http://www.dw.com/pt/ue-lutará-com-alto-endividamento-nos-próximos-anos/a-4296360

http://www.dw.com/pt/comissão-europeia-anuncia-más-perspectivas-conjunturais-na-zona-do-euro/a-4227300

Http://www.imf.org/external/pubs/ft/weo/2016/01/weodata/index.aspx

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2014/11/141130_brics_atualiza_lab

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-06182009000300004 http://www.simpoi.fgvsp.br/arquivo/2012/artigos/e2012_t00177_pcn50520.pdf http://epocanegocios.globo.com/Economia/noticia/2016/04/epoca-negocios-brasil-e-pais-lider-em-desemprego-aponta-estudo.html http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2016/04/desemprego-no-brasil-chega-maior-taxa-da-serie-historica-do-ibge.html http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/04/desemprego-fica-em-102-no-trimestre-encerrado-em-fevereiro.html

http://saladeimprensa.ibge.gov.br/noticias?view=noticia&id=1&busca=1&idnoticia=3144 http://www.ibge.gov.br/home/disseminacao/destaques/2016_04_20_nota_informativa_pnadc.shtm http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/joao-borges/2016/04/20/VELOCIDADE-DA-PIORA-DO-DESEMPREGO-SOBE-COMO-FOGUETE.htm

http://cbn.globoradio.globo.com/editorias/economia/2016/04/20/DESEMPREGO-SOBE-PARA-102-NO-TRIMESTRE-ENCERRADO-EM-FEVEREIRO.htm

AUTORES: GRUPO C – Macro I

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Inflação, Política Monetária

Grupo I – Inflação e Taxa de juros nos RICS

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O RICS é um grupo de países formado por Rússia, Índia, China e África do Sul. Cujos órgãos responsáveis por realizar políticas monetárias são, respectivamente, Central Bank of Russia (CBR), Reserve Bank of India (RBI), People’s Bank of China (PBC) e South African Reserve Bank (SARB). Realizam políticas monetárias alterando a oferta de moeda, visando alterar a taxa de juros, e, assim, manter a inflação sob controle e evitar grandes flutuações do produto da economia. Geralmente, realizam políticas monetárias através de instrumentos como práticas de open market, mudanças nas taxas de redesconto de liquidez, alterações no coeficiente de reservas compulsórias e outros métodos.

Avaliando cada país:

Rússia: Durante a década de 1990, foi dissolvida a URSS, portanto, a Rússia passava por uma transição de uma economia planificada para uma economia de mercado. Essa transição gerou uma instabilidade política no país, que causou a crise financeira russa de 1998. Assim, os altos índices de inflação observados em 2000 e 2001 são, ainda, reflexos dessa crise. As taxas de juros também se mantiveram altas, numa tentativa de reduzir a inflação. A partir de 2002, o país obtém maior estabilidade política, permitindo que seus níveis de inflação caíssem. Hoje, a Rússia enfrenta novamente uma instabilidade política provocada pela crise ucraniana, o país tem sofrido sanções econômicas por parte dos países ocidentais e tem ocorrido grandes desvalorizações do Rublo, o que gera o risco de um aumento da inflação. http://www.dcomercio.com.br/categoria/opiniao/a_desvalorizacao_do_rublo

Índia: Analisando os gráficos, notam-se taxas de juros predominantemente altas, visando controlar a crescente inflação observada, causada pelo elevado crescimento do produto no período. Um dos desafios do RBI hoje é manter a inflação sob controle sem prejudicar o crescimento do país. Em março desse ano o RBI chegou a realizar políticas para diminuir os juros em 0,25%, já que a inflação cresceu menos que o esperado. http://www.economist.com/blogs/freeexchange/2015/03/indias-monetary-policy

China: Ao analisar a taxa de juros e inflação da China, é importante ressaltar que o país ainda vive um processo de transição de uma economia planificada para uma economia de mercado. Seu mercado financeiro ainda apresenta problemas e sofre uma grande regulamentação por parte do governo. Percebe-se claramente que quando há uma alta da inflação, há um decorrente aumento das taxas de juros para controlá-la. Dentre os países analisados, é o que possui menores taxas de inflação. Porém, o governo Chinês é muitas vezes acusado de manter os preços artificialmente baixos e de ser uma instituição pouco transparente. Devido a isso, seus dados macroeconômicos são considerados pouco confiáveis. http://mundorama.net/2014/09/04/o-setor-financeiro-na-china-por-paulo-duarte/

África do Sul: O SARB, diferentemente dos outros países analisados, adota um regime de metas de inflação. Sendo as políticas monetárias realizadas para mantê-la dentro da meta. Contudo, essas metas de inflação possuem certa flexibilidade, o próprio SARB afirma adotar um regime de metas de inflação flexível. Assim é aceito que ela fique acima da meta num primeiro momento, devido a mudanças na conjuntura macroeconômica, entretanto, o SARB deve estabelecer em quanto tempo a inflação deve voltar para meta e é responsável por atingir esse resultado no tempo determinado.  A partir de 2009, a meta de inflação foi estabelecida entre 3% e 6%. Pode se observar que em alguns anos a meta não foi cumprida. 

I - Inflação RICS

I - Juros Nominal RICS

Destacam-se nos gráficos os impactos da crise de 2008 sobre as taxas de juros dos países componentes do RICS. Eles sofreram menos com a crise quando comparados com os países desenvolvidos. Isso ocorreu, em parte, devido a uma menor sofisticação e maior regulamentação de seus mercados financeiros. Apesar disso, não deixaram de realizar políticas para combater a crise, como exemplo, aumentar a liquidez na economia, causando a queda da taxa de juros observada no gráfico no ano de 2009.

Fontes: http://www.worldbank.org/

              https://www.resbank.co.za/Pages/default.aspx

              http://www.cbr.ru/eng/statistics/?Prtid=idkp_br

              http://www.pbc.gov.cn/publish/english/957/index.html

              https://www.rbi.org.in/

              http://www.ictsd.org/bridges-news/pontes/news/a-rea%C3%A7%C3%A3o-dos-bric-%C3%A0-crise-econ%C3%B4mica

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Nível de atividade

Grupo C – Produto e Desemprego nos RICS

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“RICS é um grupo de países compostos por Rússia, Índia, China e África do Sul (BRICS, sem o Brasil, que já foi tema de posts específicos). Não se trata de um bloco econômico, mas sim um conjunto de países com aspectos em comum, a saber: economia estabilizada recentemente; situação política estável; mão-de-obra em grande quantidade e em processo de qualificação; níveis de produção e exportação em crescimento; boas reservas de recursos minerais; investimentos em setores de infra-estrutura (estradas, ferrovias, portos, aeroportos, usinas hidrelétricas, etc); PIB (Produto Interno Bruto) em crescimento; índices sociais em processo de melhorias; diminuição, embora lenta, das desigualdades sociais; rápido acesso da população aos sistemas de comunicação como, por exemplo, celulares e Internet (inclusão digital); mercados de capitais (Bolsas de Valores) recebendo grandes investimentos estrangeiros; investimentos de empresas estrangeiras nos diversos setores da economia.

 AFRICA DO SUL: No caso da África do Sul podemos observar, pelos gráficos, que ocorrem, durante todo o período, elevadas taxas de desemprego. Fato esse, estimulado pela incapacidade da economia de absorver toda a força de trabalho disponível. Esse aumento na força de trabalho possui três explicações básicas para ter ocorrido: imigração, crescimento do número de pessoas com idade para trabalhar e aumento da participação da força de trabalho. Já relacionado ao PIB, concluímos que os altos índices de criminalidade e casos de AIDS influenciaram diretamente o investimento no país.

 RÚSSIA: No caso russo, é possível observarmos que sua produção esta diretamente relacionada aos preços do Petróleo, Gás Natural, Metais e Madeira (tornando o país extremamente vulnerável aos preços destes no Mercado Mundial), já que, segundo pesquisas, vimos que a Rússia tem dificuldade de diversificar a sua produção. Já o desemprego teve comportamento estável, exceto no momento de Crise Mundial.

 CHINA: A análise do caso chinês é bem interessante: é fácil vermos crescimento alarmante do seu produto (devido à negação de modelos e gradualismo na experimentação das reformas, regulação dos investimentos estrangeiros, fortalecimento das capacidades estatais, ampliação do mercado doméstico, políticas de internalização de tecnologias, e, principalmente, a colocação da política macroeconômica a favor do desenvolvimento). Como um dos países mais globalizados do mundo e principal parceiro dos Estados Unidos, a China sentiu os efeitos da crise econômica de 2008, mas ainda cresceu à taxas elevadas. Apesar de tudo, desde 2000, a China não apresenta queda nem crescimento da taxa de desemprego.

 ÍNDIA: O principal setor econômico da Índia é o de serviços, apesar de o setor agrícola ser grande responsável por empregar os indianos. A economia indiana vem apresentando, nas últimas décadas, notável desempenho macroeconômico, caracterizado por elevadas taxas de crescimento do PIB e crescimento expressivo das exportações de bens e serviços, especialmente de serviços relacionados à tecnologia da informação. Analisando os gráficos, podemos observar que a crise mundial de 2008 fez com que a Índia sofresse uma leve recessão, principalmente devido à importância do setor agrícola em sua economia. Logo, nesse período, houve aumento na taxa de desemprego.

 Mesmo com a crise econômica de 2008, os países do RICS não mostraram grandes quedas no produto como os países desenvolvidos e nem grandes crescimentos na taxa de desemprego.

C - PIB.RICS

 

C - UR RICS

 Fontes:

http://www.sarpn.org/documents/d0002390/Unemployment_SA_GPRG_Jan2005.pdf

http://www.indexmundi.com/

http://www.tradingeconomics.com/

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