Nível de atividade

Emprego e Desemprego – como medimos?

.

“Para podermos definir como calcular a taxa de emprego e desemprego de um país, precisamos antes de algumas definições importantes.

Primeiramente, vamos definir o que é Trabalho:

Trabalho é definido como Ocupação Econômica Remunerada em dinheiro, produtos ou outras formas não monetárias. Ocupação Econômica Não-Remunerada também entra nessa definição, como por exemplo, ajuda a membros de unidades domiciliares, instituições religiosas beneficentes ou cooperativismo.

Precisamos também definir o conceito de População em Idade Ativa (PIA).

População em Idade Ativa são todos aqueles que, em uma determinada faixa etária, estão aptos a exercer uma atividade econômica. Esse grupo é formado pela População Economicamente Ativa (PEA) e População Não-economicamente Ativa (PNEA).

PIA = PEA + PNEA

A PEA é formada pela População Ocupada (PO), que são aqueles que, num determinado período de frequência, trabalham. E pela População Desocupada (PD) que são aqueles que, não trabalham, mas estão dispostos a trabalhar, e para isso, procuram emprego de forma efetiva.

PEA = PO + PD

Em contrapartida, PNEA são todas as pessoas que não estão classificadas nem como População Ocupada nem como População Desocupada, como por exemplo pessoas que não trabalham, mas também não estão à procura de emprego.

Estando esses conceitos bem claros, podemos calcular a TAXA DE DESEMPREGO de uma forma bem simples, através da função:

Taxa de Desemprego = (PD/PEA)*100

Onde:

PD = População Desocupada

PEA = População Economicamente Ativa

No Brasil quem é responsável pela coleta de dados sobre a taxa de desemprego é o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), que, desde 1980 (com revisão em 2001 a fim de se adequar as recomendações da Organização Internacional do Trabalho), realiza a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) nas regiões Metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre, a fim de produzir indicadores mensais sobre a força de trabalho, podendo assim avaliar as flutuações e tendências, a médio e longo prazo, do mercado de trabalho, além de atender as necessidades importantes para o planejamento socioeconômico do país. As informações tiradas dessa pesquisa abrangem também condições importantes referentes as condições de atividade, além do rendimento médio e real, posição na ocupação e posse de carteira de trabalho assinada.

Junto com a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) o IBGE está implementando a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continua (Pnad), onde, diferente da primeira, a segunda é realizada em mais de 3.500 domicílios. Outra diferença são os conceitos utilizados, já que o PME considera que acima de 10 anos a pessoa pertence a faixa de População em Idade Ativa, enquanto a Pnad considera apenas acima dos 14 anos. A implementação da Pnad teve por objetivo, pôr fim a uma das maiores deficiências da PME, que era considerar como inativo aquele trabalhador que havia desistido de procurar emprego, mas continuava interessado em voltar ao mercado de trabalho.

 

Dados e informações:

http://www.ibge.gov.br”

Autores: Grupo K – Macro I

.

 

Nível de atividade

Grupo C – Produto e Desemprego nos RICS

.

“RICS é um grupo de países compostos por Rússia, Índia, China e África do Sul (BRICS, sem o Brasil, que já foi tema de posts específicos). Não se trata de um bloco econômico, mas sim um conjunto de países com aspectos em comum, a saber: economia estabilizada recentemente; situação política estável; mão-de-obra em grande quantidade e em processo de qualificação; níveis de produção e exportação em crescimento; boas reservas de recursos minerais; investimentos em setores de infra-estrutura (estradas, ferrovias, portos, aeroportos, usinas hidrelétricas, etc); PIB (Produto Interno Bruto) em crescimento; índices sociais em processo de melhorias; diminuição, embora lenta, das desigualdades sociais; rápido acesso da população aos sistemas de comunicação como, por exemplo, celulares e Internet (inclusão digital); mercados de capitais (Bolsas de Valores) recebendo grandes investimentos estrangeiros; investimentos de empresas estrangeiras nos diversos setores da economia.

 AFRICA DO SUL: No caso da África do Sul podemos observar, pelos gráficos, que ocorrem, durante todo o período, elevadas taxas de desemprego. Fato esse, estimulado pela incapacidade da economia de absorver toda a força de trabalho disponível. Esse aumento na força de trabalho possui três explicações básicas para ter ocorrido: imigração, crescimento do número de pessoas com idade para trabalhar e aumento da participação da força de trabalho. Já relacionado ao PIB, concluímos que os altos índices de criminalidade e casos de AIDS influenciaram diretamente o investimento no país.

 RÚSSIA: No caso russo, é possível observarmos que sua produção esta diretamente relacionada aos preços do Petróleo, Gás Natural, Metais e Madeira (tornando o país extremamente vulnerável aos preços destes no Mercado Mundial), já que, segundo pesquisas, vimos que a Rússia tem dificuldade de diversificar a sua produção. Já o desemprego teve comportamento estável, exceto no momento de Crise Mundial.

 CHINA: A análise do caso chinês é bem interessante: é fácil vermos crescimento alarmante do seu produto (devido à negação de modelos e gradualismo na experimentação das reformas, regulação dos investimentos estrangeiros, fortalecimento das capacidades estatais, ampliação do mercado doméstico, políticas de internalização de tecnologias, e, principalmente, a colocação da política macroeconômica a favor do desenvolvimento). Como um dos países mais globalizados do mundo e principal parceiro dos Estados Unidos, a China sentiu os efeitos da crise econômica de 2008, mas ainda cresceu à taxas elevadas. Apesar de tudo, desde 2000, a China não apresenta queda nem crescimento da taxa de desemprego.

 ÍNDIA: O principal setor econômico da Índia é o de serviços, apesar de o setor agrícola ser grande responsável por empregar os indianos. A economia indiana vem apresentando, nas últimas décadas, notável desempenho macroeconômico, caracterizado por elevadas taxas de crescimento do PIB e crescimento expressivo das exportações de bens e serviços, especialmente de serviços relacionados à tecnologia da informação. Analisando os gráficos, podemos observar que a crise mundial de 2008 fez com que a Índia sofresse uma leve recessão, principalmente devido à importância do setor agrícola em sua economia. Logo, nesse período, houve aumento na taxa de desemprego.

 Mesmo com a crise econômica de 2008, os países do RICS não mostraram grandes quedas no produto como os países desenvolvidos e nem grandes crescimentos na taxa de desemprego.

C - PIB.RICS

 

C - UR RICS

 Fontes:

http://www.sarpn.org/documents/d0002390/Unemployment_SA_GPRG_Jan2005.pdf

http://www.indexmundi.com/

http://www.tradingeconomics.com/

.

 

Nível de atividade

Grupo J – Produto e desemprego na AL

 

Desemprego

O desemprego é o termo usado para indicar a parcela da força de trabalho que está sem emprego. A condição de desemprego inclui: pessoas que não estão trabalhando, pessoas que estão disponíveis para trabalhar ou pessoas que tomam alguma providência para conseguir trabalho.

Produto

O produto interno bruto (PIB) representa a soma (em valores monetários) de bens e serviços finais produzidos numa determinada região (quer sejam países, estados, cidades) durante um período determinado (mês, trimestre, ano). O PIB é um dos indicadores mais utilizados no mundo com o objetivo de quantificar a atividade econômica de um país. Na contagem do PIB, consideram-se apenas os bens e serviços finais, excluindo da conta os bens de consumo de intermediário, evitando-se assim dupla contagem.

 

Desemprego na América Latina

Segundo dados da OIT², nota-se que o desemprego na América Latina apresentou queda a partir de 2002 (neste ano a taxa estava em 11,4%). A partir daí, houveram quedas ininterruptas desta taxa, inclusive em 2007 e 2008 (auge da crise internacional), chegando a 8,3% e 7,5%,respectivamente.  Em 2013, houve uma nova mínima, quando esta taxa chegou a 6,2%.

Percebe-se que mesmo após a crise – e mesmo nos anos mais duros desta – as taxas de desemprego ainda mostravam uma tendência de queda. O fator mais relevante para tal foi o boom das commodities, que tornou os mercados internos dos países da AL¹ pujantes, com maior renda disponível e disposição dos novos empregados a consumir. Ainda, podemos citar as políticas expansionistas praticadas por muitos governantes da região, usadas como políticas anticíclicas.

Em 2014, segundo estimativas, a taxa alcançou uma nova mínima, chegando a 6,1% de desemprego (parte deste resultado deve-se que a proporção da população em idade de trabalhar diminuiu).

Todavia, há estimativas da OIT que o desemprego começará a ter sua tendência revertida devido à desaceleração de algumas economias da região, voltando a crescer a partir de 2015. Este resultado, será influenciado pelo aumento das taxas deste indicador em importantes países da região, como Argentina e Brasil.

 

Produto da América Latina

Pegando dados a partir do ano 2004, nota-se que o crescimento do produto da região mantém taxas crescentes. No período situado entre 2004 a 2008 a média de crescimento dos países latinos americanos foi de 5,1%, influenciados sobretudo, pelo boom das commodities (conforme citado anteriormente). Este movimento foi verificado até meados de 2007. Depois deste ano, o fator relevante para o crescimento, foi o baixo desemprego nos países latinos. Nota-se que mesmo durante os anos de 2008 e 2009(durante a crise) esta região registrou taxas de crescimento maiores que a média mundial.

Este movimento de altas maiores que a mundial, foi mantido até 2011. Em 2012 (ano em que o mundo cresceu 3,2% enquanto a AL apresentou crescimento de 3,0%) houve um arrefecimento de crescimento. Entretanto, a economia da AL analisada como região, ainda apresenta taxas de crescimento robustas, tendo apenas alguns países na contramão, como Venezuela, Argentina e Brasil (previsões para 2015).

Em 2015 a CEPAL³ estima que a AL terá um crescimento superior a 2,5%. Esta comissão, orienta aos países latinos para que realizem reformas em seus sistemas tributários, além de realizar investimento em educação e  infraestrutura para que o produto real (e também o PIB potencial*) voltem a crescer.

J - macro_imagem

 

*PIB potencial: define o quanto a economia pode crescer, sem bater na sua capacidade máxima, pressionando a inflação.

¹AL: América Latina

²Organização Internacional do Trabalho

³Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe

 

Fontes:

http://www.oitbrasil.org.br/content/oit-apresenta-panorama-laboral-em-2008-o-desemprego-na-am%C3%A9rica-latina-e-no-caribe-diminuiu-p

http://www.en.ipea.gov.br/agencia/images/stories/PDFs/conjuntura/cc19_economiamundial.pdf

http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Economia/Desemprego-na-America-Latina-cai-em-2011-a-menor-taxa-historica/7/18341

 

.

Nível de atividade

Grupo G – Produto e Desemprego no Brasil a partir de 2003

.

“1)Governos Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010): O primeiro governo, de 2003 a 2006, foi caracterizado pela manutenção do tripé macroeconômico, com o regime de metas de inflação, câmbio flutuante e superávit primário. O ajuste das contas públicas necessário para a obtenção de um crescimento sustentável foi alcançado com a geração de superávits primários suficientes para reduzir a relação dívida-PIB. Esta estabilidade foi essencial para que o crescimento médio entre 2003-2006 ficasse em torno de 3,4%. Há um destaque para a taxa expressiva de 2004, 5,7%, ocasionada principalmente pela forte queda da taxa de juros em 2003, favorecendo o investimento produtivo e o consumo das famílias. As políticas sociais de distribuição de renda, tendo como principal âncora o Bolsa Família, foram responsáveis pela redução da pobreza e pela ascendência de aproximadamente 40 milhões de pessoas para a classe média. Houve então um grande estímulo ao consumo, aquecendo o mercado interno e alavancando o crescimento do PIB. No segundo governo Lula, entre 2007 e 2010, além da continuidade e aprofundamento das políticas sociais, a expansão do crédito pelos bancos públicos e as reduções das alíquotas do imposto de renda e do imposto sobre produtos industrializados foram outras medidas que tiveram como objetivo a ampliação do consumo interno. Foram, juntamente com a política de valorização real do salário mínimo, essenciais para que o Brasil sofresse pouco com os impactos da crise de 2008, obtendo um crescimento negativo de 0,2% em 2009, baixo se comparado com a média global no mesmo ano (-0,8%). A alta do preço das commodities em 2010 beneficiou as exportações brasileiras, resultando em um saldo da balança comercial que, em conjunto com os fatores de expansão econômica interna, resultaram em uma elevação de 7,6% do PIB naquele ano. Somado ao o aumento da produção, houve a elevação do número de empregos formais, necessário para as empresas terem mão de obra suficiente e atenderem a demanda interna. A criação do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) promoveu a retomada da execução de obras de infraestrutura pública, o que resultou em um aumento da oferta de empregos e geração de renda. Resultado: a taxa de desemprego caiu de 12,4% em 2003 para 6,7% em 2010. Neste período, houve uma queda quase continua do desemprego, salvos o ano crítico de 2009, em que se pode notar uma leve elevação de 7,9% para 8,1%, e uma estabilidade entre 2005 e 2006.

2)Governo Dilma Rousseff (2011-hoje): Teve como características a manutenção dos programas sociais, com políticas de inclusão social que permaneceram incentivando o consumo interno, juntamente com a continuação das valorizações do salário mínimo. As desonerações de impostos e das folhas de pagamentos das empresas contribuíram para o aumento do nível de investimento público e competitividade das indústrias nacionais. Isto é refletido nos crescimento de 3,9% do PIB em 2011, acima da média global. Porém, o persistente aumento da taxa de juros realizada pelo Bacen, iniciado em 2013, em conjunto com a alta da inflação (responsável pela corrosão da renda) , resultou em uma queda dos gastos com consumo pelas famílias. O aumento da inadimplência contribuiu para este fenômeno. A queda da confiança do empresariado, em parte devido ao aumento da Selic, foi responsável pela diminuição dos investimentos. Somando-se as quedas no consumo e no investimento privados com a piora do cenário econômico internacional, o resultado foi uma baixa taxa de crescimento do PIB em 2014,de 0,1%. O desemprego continuou em queda, influenciada pela criação do PAC 2, bem como pelos aumentos contínuos do salário mínimo. A taxa anual se estabilizou em 4,8%, o menor índice histórico. A explicação para os níveis atuais baixos da produção e do desemprego pode estar no fato de que a geração de emprego nos últimos anos estar associado e trabalhos que exigem baixos níveis de escolaridade e qualificação, o que leva a uma baixa produtividade.

G - Grafico 1

G - Grafico 2

G - Grafico 3

 

Fonte:

http://www.bcb.gov.br/pt-br/paginas/default.aspx

http://www.ibge.gov.br/home/

FILGUEIRAS, L.; GONÇALVES, R. A economia política do Governo Lula. São Paulo: Contraponto, 2007.”

 

.

 

Ensinando Economia, Nível de atividade

Grupo D – Produto e Desemprego (Plano Real até 2002)

.

“Contextualização: Até o Plano Real, adotado em 1994, a economia brasileira foi vítima das elevadas taxas de inflação. Em 1950, quando Juscelino Kubitschek foi eleito e propôs o Plano de Metas, com o famoso slogan dos “50 anos em 5” para impulsionar a industrialização brasileira, até então praticamente inexistente, e a construção de Brasília, empresas americanas e europeias começaram a entrar no Brasil e a estas foram concedidos vários benefícios, o que junto com a construção de Brasília acabou por endividar o Estado. Situação esta que fora controlada pela emissão monetária. Com a renúncia de Jânio Quadros e a posse de João Goulart a instabilidade política propiciou ainda mais o desequilíbrio macroeconômico que já estava em andamento com a inflação elevada e o problema das contas externas. Em 1964, quando os militares tomaram o poder a inflação fora de 90%, foi adotado PAEG (Programa de Ação Econômica do Governo) e a inflação começou a cair. Entre 1968 e 1973, período conhecido como “milagre econômico” quando o PIB do Brasil cresceu absurdamente junto a altas taxas de inflação. E em 1979, o choque do petróleo e o aumento das taxas de juros complicaram ainda mais a situação do país.

Em 1986, foi colocado em prática o Plano Cruzado, para tentar estabilizar os preços (congelamento de preços), após uma ano o governo pôs fim a esse congelamento, fazendo com que o câmbio se desvalorizasse e a inflação subisse novamente.

 Conjuntura: No fim de 1993, sob comando do até então Ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, começa a tomar medidas para colocar em prática o Plano Real. O Plano Real consistiu na adoção de duas moedas por um determinado período de tempo. A moeda corrente doméstica (Cruzeiro Real), que continuaria sendo usada como meio de troca e uma moeda virtual (moeda indexada-Unidade Real de Valor=URV) usada como unidade de conta. Então os preços na moeda corrente continuariam a subir conforme a inflação, mas permaneceriam estáveis em relação a moeda indexada.

Em 1994, a URV mudaria seu nome para Real e o Cruzeiro Real deixaria de existir. Em quatro meses todos os preços que eram cotados em Cruzeiro Real encontraram seu valor de equilíbrio em URV, estando a economia liberta da inflação. Em 1999, com uma crise mundial houve uma forte desvalorização do Real e então o Brasil adota o regime de metas de inflação.

 D - Produto Interno Bruto (PIB)

D - PIB per capitaD - DesempregoD - Desemprego 2

Fontes:

http://databank.worldbank.org/data/views/reports/chart.aspx

 PAULANI, Leda Maria & BRAGA, Márcio Bobik. A Nova Contabilidade Social – uma introdução à Macroeconomia. São Paulo: Editora Saraiva, 4ª edição, 2012

 http://20anosdoreal.epocanegocios.globo.com/#anchor-u343″

 

.

Nível de atividade, Política Monetária

Grupo F – Taxas de juros e desemprego na Zona do Euro

.

“Taxa de Juros Básica da Zona do Euro

  Um dos instrumentos utilizados pelo Banco Central Europeu na política monetária é taxa de juros, a qual também é conhecida como juros referenciais ou taxa de refinanciamento. Essa é a taxa que os bancos europeus devem pagar quando tomam dinheiro emprestado do BCE.

  Com uma mudança na taxa básica de juros, o BCE interfere indiretamente nas taxas aplicadas pelos bancos em operações como empréstimos, hipotecas e transações bancárias.

 Conjuntura :

Como podemos observar o BCE mantém a taxa de juros a níveis baixíssimos, atualmente em 0,05%. Essa medida visa impulsionar o crescimento e evitar a deflação, dado que a economia em questão entrou e um processo de deflação nos primeiros meses de 2015.

F - gráfico taxa de juros

Fonte : http://beforeitsnews.com

http://www.ecb.europa.eu/stats/monetary/rates/html/index.en.html

 

Desemprego na zona do euro

 No início dos anos 2000, o desemprego por volta dos 8% tinha a tendência baixa na zona do euro e mesmo com um leve aumento até 2004 com 9,1%,  apresentou uma queda pra 7,6% em 2008. Com a vinda da crise e os cortes nos gastos, o desemprego disparou em alguns países fazendo com que essa taxa ultrapassasse os 10%.

 A taxa de desemprego na zona do euro seguiu mais ou menos a mesma tendência na taxa da União Europeia. No entanto, entre 2000 e início de 2004, a taxa de desemprego na zona do euro ficou abaixo do registrado na UE. Esse padrão foi posteriormente revertido como, entre 2005 e início de 2008, o desemprego diminuiu mais rapidamente nos Estados-Membros que ainda não têm o euro. Tal como na UE, durante a crise econômica o desemprego aumentou a um ritmo considerável, com exceção do período entre meados de 2010 e meados de 2011, onde ele se recusou temporariamente. O nível de desemprego atingiu um pico de 19,2 milhões no segundo trimestre de 2013, antes de descer na segunda parte do ano.

F - desemprego zona do euro

 Fontes:

 http://ec.europa.eu/eurostat/statistics-explained/index.php/Unemployment_statistics

http://appsso.eurostat.ec.europa.eu/nui/submitViewTableAction.do

http://sdw.ecb.europa.eu/quickview.do?SERIES_KEY=132.STS.M.I7.S.UNEH.RTT000.4.000